Por onde Estão?

Traços | Ruídos | Sombras Por onde Estão? Francisca Raquel de Oliveira Temoteo 2025 Um dos grandes grupos estudados nas ciências sociais, sem dúvida, são grupos marginalizados, compostos por pessoas em situação de rua, moradores de favelas, periferias, comunidades, em diferentes contextos e tempos. O pano de fundo são as mudanças socioespaciais das cidades, direito […]

Nuvens, sombras e linhas

Sombras | Camadas|  Ruídos Nuvens, sombras e linhas Paula Viana 2025 Território tradicional do Povo Apyãwa. Amazônia brasileira, médio Rio Araguaia. Século XX. Fotos presentes nos álbuns do Arquivo Bartolomeu Las Casas dos dominicanos, Brasil. Fotógrafa: Paula Grazielle Viana Dos Reis. Data: 27 de setembro de 2016. Pesquisa de doutorado em antropologia social, PPGAN, UFMG. […]

Batuque de Nelson: entre ruídos e fabulações

“Pensei que fosse perder lá dentro” é um trabalho artístico centrado na investigação das sensações provocadas no corpo pelo uso de absorventes internos. Nas imagens criadas sequencialmente, me aproprio do caráter fálico do objeto provocador deste estudo, metamorfoseando sua forma em um ser outro a partir da sugestão de figuras marinhas, tais como conchas, peixes, crustáceos e afins.

A costela de Adão

“Pensei que fosse perder lá dentro” é um trabalho artístico centrado na investigação das sensações provocadas no corpo pelo uso de absorventes internos. Nas imagens criadas sequencialmente, me aproprio do caráter fálico do objeto provocador deste estudo, metamorfoseando sua forma em um ser outro a partir da sugestão de figuras marinhas, tais como conchas, peixes, crustáceos e afins.

A carta e o fantasma

“Pensei que fosse perder lá dentro” é um trabalho artístico centrado na investigação das sensações provocadas no corpo pelo uso de absorventes internos. Nas imagens criadas sequencialmente, me aproprio do caráter fálico do objeto provocador deste estudo, metamorfoseando sua forma em um ser outro a partir da sugestão de figuras marinhas, tais como conchas, peixes, crustáceos e afins.

Ocupar terras, ocupar telas

“Pensei que fosse perder lá dentro” é um trabalho artístico centrado na investigação das sensações provocadas no corpo pelo uso de absorventes internos. Nas imagens criadas sequencialmente, me aproprio do caráter fálico do objeto provocador deste estudo, metamorfoseando sua forma em um ser outro a partir da sugestão de figuras marinhas, tais como conchas, peixes, crustáceos e afins.

De onde veio a jiboia?

“Pensei que fosse perder lá dentro” é um trabalho artístico centrado na investigação das sensações provocadas no corpo pelo uso de absorventes internos. Nas imagens criadas sequencialmente, me aproprio do caráter fálico do objeto provocador deste estudo, metamorfoseando sua forma em um ser outro a partir da sugestão de figuras marinhas, tais como conchas, peixes, crustáceos e afins.

Escutas-escritas, de histórias-memórias-ficções

“Pensei que fosse perder lá dentro” é um trabalho artístico centrado na investigação das sensações provocadas no corpo pelo uso de absorventes internos. Nas imagens criadas sequencialmente, me aproprio do caráter fálico do objeto provocador deste estudo, metamorfoseando sua forma em um ser outro a partir da sugestão de figuras marinhas, tais como conchas, peixes, crustáceos e afins.

Paisagens ou Territórios Sonoros para sentipensar com a terra

“Pensei que fosse perder lá dentro” é um trabalho artístico centrado na investigação das sensações provocadas no corpo pelo uso de absorventes internos. Nas imagens criadas sequencialmente, me aproprio do caráter fálico do objeto provocador deste estudo, metamorfoseando sua forma em um ser outro a partir da sugestão de figuras marinhas, tais como conchas, peixes, crustáceos e afins.

Ruído

Ruído
Tatiana Lotierzo
2024

Essas fotos foram tiradas durante a pandemia de Covid-19. Em ambiente
rarefeito, fui pega por refrações mediadas por superfícies transparentes –
notadamente, lentes, vidros e sua capacidade de abrir diferentes modos de ver,
estar, aproximar-se e se afastar daquilo que é visto; refazer relações no
ambiente. Isso aconteceu quando percebi, por acaso, um potencial inesperado
da câmera de um celular antigo para fazer fotos com ruído (eu queria o ruído).
Tirei boa parte dessas fotos no carro, em movimento, com o vidro fechado, mas
houve também imagens tiradas de janelas.

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